Morte, o amante final e triunfante.
(Death, the final, triumphant lover.)
Esta citação sugere poeticamente que a morte é uma força inevitável e vitoriosa, que em última análise leva todas as coisas ao seu fim. Desafia o medo associado à morte, enquadrando-a como um amante – um parceiro inevitável que todos devemos abraçar. Tal perspectiva encoraja a aceitação e talvez até a reverência pelo ciclo natural de vida e morte. Provoca a reflexão sobre como a mortalidade confere significado às nossas experiências, enchendo a vida de urgência e significado, sabendo que este final é certo, mas triunfante na sua verdade última.