Uma das minhas coisas favoritas, como crítico, era encontrar livros de novos escritores que possuíssem voz e visão distintas, um dom inventivo para contar histórias. Também adorei mergulhar em obras de não ficção que me ensinaram algo sobre o mundo, que deram vida ao passado ou lançaram luz sobre cantos ocultos da história ou das notícias.
(One of my favorite things, as a critic, was finding books by new writers who possessed a distinctive voice and vision, an inventive gift for storytelling. I also loved immersing myself in works of nonfiction that taught me something about the world, that made the past come alive or shed light on hidden corners of history or the news.)
Esta citação destaca a alegria de descobrir novas vozes e perspectivas únicas tanto na ficção quanto na não-ficção. Ele ressalta a importância de contar histórias como um meio de explorar a experiência, a história e o conhecimento humanos. Como crítico, a emoção reside em desenterrar obras que desafiam as convenções e iluminam novas facetas da compreensão. O envolvimento com essa literatura enriquece nossa visão de mundo e aprofunda nosso apreço pela criatividade e pela verdade. Também nos lembra o papel vital que os críticos desempenham na divulgação de obras notáveis, promovendo uma cultura de aprendizagem e inovação.