Gilbert nunca teria sonhado em escrever um soneto nas sobrancelhas dela. Mas então, Gilbert percebeu uma piada. Certa vez, ela contou a Roy uma história engraçada - e ele não entendeu o sentido disso. Ela se lembrou da risada amigável que ela e Gilbert deram juntos por causa disso e se perguntou, inquieta, se a vida com um homem que não tinha senso de humor não poderia ser um tanto desinteressante no longo prazo. Mas quem poderia esperar que um herói melancólico e inescrutável visse o lado humorístico das coisas? Seria totalmente irracional.

Gilbert nunca teria sonhado em escrever um soneto nas sobrancelhas dela. Mas então, Gilbert percebeu uma piada. Certa vez, ela contou a Roy uma história engraçada - e ele não entendeu o sentido disso. Ela se lembrou da risada amigável que ela e Gilbert deram juntos por causa disso e se perguntou, inquieta, se a vida com um homem que não tinha senso de humor não poderia ser um tanto desinteressante no longo prazo. Mas quem poderia esperar que um herói melancólico e inescrutável visse o lado humorístico das coisas? Seria totalmente irracional.


(Gilbert would never have dreamed of writing a sonnet to her eyebrows. But then, Gilbert could see a joke. She had once told Roy a funny story-and he had not seen the point of it. She recalled the chummy laugh she and Gilbert had had together over it, and wondered uneasily if life with a man who had no sense of humor might not be somewhat uninteresting in the long run. But who could expect a melancholy, inscrutable hero to see the humorous side of things? It would be flatly unreasonable.)

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Neste trecho de "Anne of the Island" de LM Montgomery, a personagem reflete sobre seus sentimentos por Gilbert, contrastando-o com Roy. Embora Gilbert tenha senso de humor e possa apreciar os aspectos mais leves da vida, Roy se esforça para entender uma história engraçada que ela compartilhou. Esse momento a leva a refletir sobre a importância do humor nos relacionamentos, questionando se a vida com alguém que não possui essa qualidade pode se tornar monótona com o tempo.

A passagem destaca a importância do riso compartilhado e da compreensão nas conexões românticas. A protagonista acredita que não seria realista esperar que um personagem taciturno como Roy apreciasse o humor, mas ela anseia por um parceiro que possa aproveitar o lado divertido da vida. Esta dicotomia sugere que a compatibilidade emocional, especialmente em termos de humor, desempenha um papel crítico na felicidade e na excitação de um relacionamento.

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novembro 02, 2025

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