A citação reflete um momento pungente de realização em meio à tragédia, enfatizando a superficialidade das distinções étnicas. Zacharie e Deo destacam como, na morte, as identidades das vítimas embaçam, simbolizando a humanidade compartilhada que transcende suas origens étnicas, tutsi ou hutu. Essa idéia sugere que a violência infligida pelos assassinos decorre da ignorância, em vez de qualquer diferença intrínseca entre as pessoas que assassinaram.
Essa conversa ressalta o profundo impacto do conflito civil, ilustrando como as divisões profundas podem levar à destruição, mas também revelando uma verdade sobre a unidade fundamental dos seres humanos. A noção de que os próprios assassinos exigiram esclarecimentos sobre identidades indica uma trágica ironia na violência, ilustrando como essas divisões são finalmente artificiais. Tais reflexões convidam os leitores a considerar a importância da empatia e reconhecimento de experiências compartilhadas na promoção da cura e reconciliação.