Pensei que os oradores não acreditassem no pecado — disse um rapaz carrancudo. Andrew sorriu. — Você acredita no pecado, Styrka, e faz coisas por causa dessa crença. Portanto, o pecado é real em você e, conhecendo você, este orador deve acreditar no pecado.
(I thought speakers didn't believe in sin," said a sullen boy.Andrew smiled. "You believe in sin, Styrka, and you do things because of that belief. So sin is real in you, and knowing you, this speaker must believe in sin.)
Em "Speaker for the Dead", de Orson Scott Card, um personagem chamado Styrka expressa confusão sobre o conceito de pecado, sugerindo que os falantes, como ele, não reconhecem sua existência. Andrew, o outro personagem, contraria essa noção apontando que as ações de Styrka são influenciadas por sua crença no pecado, o que implica sua realidade para ele. Essa troca destaca a ideia de que as crenças pessoais moldam a compreensão de conceitos como o pecado. Andrew enfatiza que, independentemente da postura teórica do orador, a luta interna com a moralidade e o pecado é uma parte inerente da experiência humana, sugerindo que a crença no pecado pode se manifestar em comportamentos e escolhas.
Em "Speaker for the Dead", um personagem chamado Styrka expressa confusão sobre o conceito de pecado, sugerindo que os falantes, como ele, não reconhecem sua existência. Andrew rebate essa noção apontando que as ações de Styrka são influenciadas por sua crença no pecado, o que implica sua realidade para ele.
Essa troca destaca a ideia de que as crenças pessoais moldam a compreensão de conceitos como o pecado. Andrew enfatiza que, independentemente da postura teórica do orador, a luta interna com a moralidade e o pecado é uma parte inerente da experiência humana, sugerindo que a crença no pecado pode se manifestar em comportamentos e escolhas.