Você não sabe amar as pessoas. Você só sabe como possuí-los. E porque as pessoas nunca agirão exatamente como você deseja, mãe, você sempre se sentirá traída. E porque eventualmente todo mundo morre, você sempre se sentirá enganado. Mas você é a trapaceira, mãe. É você quem usa o nosso amor por nós para tentar nos controlar.
(You don't know how to love people. You only know how to own them. And because people will never act just like you want them to, Mother, you'll always feel betrayed. And because eventually everybody dies, you'll always feel cheated. But you're the cheat, Mother. You're the one who uses our love for us to try to control us.)
A citação de “Xenocídio” de Orson Scott Card reflete um relacionamento complexo entre uma mãe e seus filhos, destacando questões de amor e propriedade. O orador aborda a incapacidade da mãe de amar genuinamente os indivíduos como seres únicos, sugerindo que, em vez disso, ela procura possuí-los. Essa possessividade leva a sentimentos de traição quando as pessoas não atendem às suas expectativas, resultando em um ciclo de decepção.
A mensagem enfatiza que a natureza controladora da mãe acaba por prejudicar os seus relacionamentos. Ao tentar exercer controle sobre o amor que recebe, ela se torna a fonte de seu próprio descontentamento. A inevitabilidade da perda através da morte exacerba seus sentimentos de ter sido enganada. Esta passagem serve como um lembrete comovente de que o amor verdadeiro envolve respeito pela autonomia e não manipulação.