Grant gostava de crianças-era impossível não gostar de nenhum grupo tão abertamente entusiasmado com os dinossauros. Grant costumava assistir crianças em museus enquanto olhavam de boca aberta para os grandes esqueletos subindo acima delas. Ele se perguntou o que o fascínio deles realmente representava. Ele finalmente decidiu que as crianças gostavam de dinossauros porque essas criaturas gigantes personificaram a força incontrolável da autoridade iminente. Eles eram pais simbólicos. Fascinante e assustador, como os pais. E as crianças os amavam, pois amavam seus pais.
(Grant liked kids-it was impossible not to like any group so openly enthusiastic about dinosaurs. Grant used to watch kids in museums as they stared open-mouthed at the big skeletons rising above them. He wondered what their fascination really represented. He finally decided that children liked dinosaurs because these giant creatures personified the uncontrollable force of looming authority. They were symbolic parents. Fascinating and frightening, like parents. And kids loved them, as they loved their parents.)
Grant tinha um gosto por crianças, particularmente sua emoção para os dinossauros, que ele observou enquanto visitava museus. Ele notou como as crianças olhavam com admiração para os enormes esqueletos de dinossauros, cativados por seu tamanho e mistério. Esse espetáculo acendeu a curiosidade de Grant sobre o que atraiu crianças para essas criaturas antigas.
Após alguma contemplação, Grant concluiu que os dinossauros representavam uma força poderosa e imprevisível, assim como figuras de autoridade na vida das crianças. Ele os viu como simbólicos dos pais - fascinantes e intimidadores. Por fim, o carinho das crianças por dinossauros espelhava seus sentimentos complexos em relação a seus próprios cuidadores.