Ele desafiou o mundo com seu gênio, e o mundo o derrotou ignorando o desafio e passando de fome. Ele parou de escrever porque havia falhado e porque não tinha escolha a não ser aceitar os termos do mundo: não há mistério aqui. Isso não era insanidade, mas bom senso.
(He challenged the world with his genius, and the world defeated him by ignoring the challenge and starving him. He stopped writing because he had failed and because he had no choice but to accept the world's terms: there is no mystery here. This was not insanity, but common sense.)
No texto, Raymond Weaver reflete sobre as lutas de um escritor brilhante cujo gênio não foi reconhecido pela sociedade. O mundo que ele desafiou escolheu ignorar seu trabalho, derrotando -o efetivamente ao ignorar suas contribuições e deixando -o na obscuridade. Isso levou a uma realização dolorosa para o escritor, fazendo com que ele parasse de escrever - não devido à loucura, mas por uma aceitação pragmática de suas circunstâncias.
Weaver enfatiza que as ambições fracassadas deste escritor surgiram da realidade gritante de que o mundo opera em seus próprios termos, muitas vezes negligenciando o verdadeiro talento. Não era uma questão de insanidade; Em vez disso, foi uma resposta prática à falta de reconhecimento e apoio. A mensagem subjacente sugere que o silêncio do escritor é uma prova das duras condições enfrentadas por aqueles que ousam enfrentar o mundo com sua criatividade.