Não era certo, pensou Han Fei-tzu, que sua esposa morresse antes dele: seu ancestral-do-coração havia sobrevivido ao marido. Além disso, as esposas deveriam viver mais que os maridos. As mulheres eram mais completas interiormente. Eles também eram melhores em viver com seus filhos. Eles nunca foram tão solitários quanto um homem sozinho.
(It was not right, thought Han Fei-tzu, for his wife to die before him: her ancestor-of-the-heart had outlived her husband. Besides, wives should live longer than husbands. Women were more complete inside themselves. They were also better at living in their children. They were never as solitary as a man alone.)
Han Fei-tzu reflete sobre a injustiça da morte de sua esposa antes da sua, acreditando que o ideal seria que as esposas sobrevivessem aos seus maridos. Ele sente uma profunda sensação de perda, pois a ligação dela com o passado e com a vida familiar era profunda, enfatizando a ordem natural da vida onde as mulheres resistem mais devido à sua completude intrínseca.
Ele reconhece que as mulheres possuem uma capacidade única de nutrir e investir nos seus filhos, o que cria um vínculo familiar profundo. Isto contrasta com os homens, que muitas vezes vivenciam a solidão de forma mais aguda. Os pensamentos de Han sublinham a complexidade dos relacionamentos e os papéis que homens e mulheres desempenham neles, destacando a profundidade emocional que as mulheres trazem para a vida familiar.