Em seu livro "O clube do vendedor extremamente bem -sucedido", Chris Murray reflete sobre uma vida vivida sem propósito ou aspirações futuras. Ele compara essa existência ao de uma gaivota, eliminando restos restantes, que simboliza uma luta diária pela sobrevivência, mas não oferece realização. Esta metáfora ilustra uma existência oca caracterizada pela falta de ambição ou direção.
Murray sugere que viver apenas no presente sem planejar o futuro leva a uma vida não digna de nota. Ele enfatiza a importância de ter uma visão e estabelecer metas, implicando que, sem elas, corre o risco de cair em uma rotina monótona desprovida de significado. Suas idéias incentivam os leitores a buscar uma vida mais gratificante e proposital, em vez de apenas 'se dedicar'