tenta, e tenta muito, mas não sabe o que é ser a única sobrevivente, a única que resta dos seus contemporâneos. Todos eles se foram agora. Estão todos mortos e enterrados. Meus queridos amigos, meus entes queridos. Mesmo meus inimigos não estão mais por perto para pegar minha cabra e despertar em mim a vontade de lutar.
(tries, and tries very hard, but she doesn't know what it's like to be the sole survivor, the only one left of one's contemporaries. They've all gone now. They're all dead and buried. My dearest friends, my loved ones. Even my enemies are no longer around to get my goat and spark the will in me to fight.)
Em "Hold the Dream", de Barbara Taylor Bradford, a protagonista luta contra o profundo isolamento de ser o último membro sobrevivente de seu círculo. Ela reflete sobre a profunda perda de seus amigos, entes queridos e até adversários, todos falecidos. Essa ausência a deixa sozinha e desconectada, fomentando uma sensação de vazio que colore sua existência.
Apesar dos seus esforços para seguir em frente, o peso da sua solidão é pesado. As memórias daqueles que morreram a cercam, tornando difícil encontrar motivação e propósito. Esta comovente exploração do luto ilustra o impacto de perder todos os que já desempenharam um papel significativo na sua vida, demonstrando o custo emocional da sobrevivência no meio de uma perda profunda.