Ele deve ter coragem, não a coragem física exigida num campo de batalha, mas a coragem moral para tomar e executar decisões que possam contrariar directamente os desejos dos seus superiores. Ele deve ter grande força de vontade. e, talvez acima de tudo, deve ter o dom da liderança.

Ele deve ter coragem, não a coragem física exigida num campo de batalha, mas a coragem moral para tomar e executar decisões que possam contrariar directamente os desejos dos seus superiores. Ele deve ter grande força de vontade. e, talvez acima de tudo, deve ter o dom da liderança.


(He must have courage, not the physical courage required on a battlefield but the moral courage to make and carry out decisions that might directly counter to the wishes of his superiors. He must have great willpower. and, perhaps above all, he must have the gift of leadership.)

📖 Alistair Maclean

🌍 Escocês  |  👨‍💼 Romancista

🎂 April 28, 1922  –  ⚰️ February 2, 1987
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Esta citação oferece uma visão profunda da natureza multifacetada da verdadeira coragem e liderança. Enfatiza que a coragem não se trata apenas de bravura física, tal como a demonstrada em batalha, mas, mais significativamente, da força moral para defender decisões difíceis, especialmente quando essas decisões entram em conflito com as preferências ou directivas daqueles que detêm autoridade. Este tipo de coragem exige um espírito resiliente e uma capacidade de permanecer firme nas próprias convicções, apesar das pressões externas. Faz-nos reflectir sobre a essência da liderança – não apenas guiar os outros durante momentos de clareza e acordo, mas também estar disposto a desafiar o status quo quando necessário.

A menção à “grande força de vontade” destaca a disciplina interna necessária para persistir diante da oposição ou da adversidade. Esta qualidade é indispensável para líderes que devem não só vislumbrar um caminho a seguir, mas também ter a coragem de empreendê-lo, independentemente dos obstáculos.

Talvez a parte mais convincente da citação seja o reconhecimento de que a coragem moral e a força de vontade culminam no que é denominado “o dom da liderança”. Sugere que a liderança é menos um título concedido e mais uma qualidade emergente que combina convicção ética, resiliência e influência.

Esta perspectiva ressoa fortemente em qualquer contexto – seja militar, profissional ou pessoal – lembrando-nos que a liderança envolve escolhas difíceis, um compromisso com os princípios e a capacidade de inspirar e impulsionar a mudança apesar da resistência. Em última análise, desafia as ideias convencionais, valorizando a coragem moral acima da força física e a força interior acima da bravata externa.

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junho 11, 2025

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