Comecei a compor o próximo poema, aquele que deveria ser escrito a seguir. Não é o último poema daqueles que eu li, mas o poema escrito na cabeça de alguém que talvez nunca existisse, mas que certamente havia escrito outro poema, e nunca teve a chance de cometi -lo com tinta e a página.
(I began composing the next poem, the one that was to be written next. Not the last poem of those I had read, but the poem written in the head of someone who may never have existed but who had certainly written another poem nonetheless, and just never had the chance to commit it to ink and the page.)
Na narrativa, o orador reflete sobre o processo criativo da escrita de poesia, enfatizando a importância da próxima peça ainda a ser totalmente realizada. Esse poema não é apenas uma continuação de trabalhos anteriores, mas uma manifestação de uma voz imaginada, potencialmente não realizada e não expressa. A idéia de um poeta que existe apenas em pensamento, sem a oportunidade de registrar seus versos, cria uma noção pungente de potencial perdido no domínio da expressão artística.
A frase sugere que todo poema não escrito carrega sua essência única, esperando o momento ou indivíduo certo para trazê -lo à existência. Ele destaca a intrincada relação entre imaginação e realidade, onde mesmo aqueles que podem nunca existir podem inspirar e ressoar através do ato criativo de escrever. O esforço do orador para capturar esse poema ilusório fala do tema mais amplo da jornada artística, onde o ato da criação pode ser tão significativo quanto o produto final.