Em "A agência de detetives nº 1 das senhoras", o autor Alexander McCall Smith explora o número emocional que alguns homens podem assumir sobre as mulheres. Ele compara esses homens a sanguessugas, sugerindo que eles drenam a bondade e o amor do coração de uma mulher ao longo do tempo. Esse processo é gradual, pois as mulheres são retratadas como tendo profundos reservatórios de bondade e carinho para dar.
Esse retrato destaca a resiliência das mulheres, que frequentemente fornecem um imenso amor, mas também ressalta a vulnerabilidade que surge quando elas dão muito àqueles que não retribuem. A metáfora das sanguessugas enfatiza a idéia de exploração nos relacionamentos, levantando questões sobre como equilibrar o amor e a autopreservação.