Dê que cometemos um erro fatal em entender a questão da vida e da morte. Dê o que eles chamam de terra de "sombra", é o essencial correto. Dê isso quando olhamos para os assuntos espirituais, ele se assemelha ao câncer que vê o sol através da água, então ele acha que a água espessa é o ar mais transparente! Dê que meu corpo não passa de febre ao qual minha melhor existência é. Deixe -me tirar meu corpo do que ele quer, não sou eu!
(Give that we made a fatal mistake in understanding the issue of life and death. Give what they call this land "shadow", is the correct essential. Give that when we look at the spiritual matters, it resembles the cancer that sees the sun through water, so he thinks that thick water is the most transparent air! Give that my body is nothing but the fever to which my best existence is. Let me take my body from what he wants, it is not me!)
O texto reflete sobre a vida e a morte, sugerindo que a humanidade entendeu mal esses conceitos fundamentais. O termo "sombra" é usado para descrever a existência mundana, enfatizando as limitações de nossa percepção. Parece a compreensão espiritual a uma visão distorcida, onde se pode confundir água opaca com o ar claro, demonstrando a profundidade de nossos equívocos.
O narrador expressa uma desconexão entre seu corpo físico e seu verdadeiro eu, afirmando que o corpo é apenas um estado temporário de ser, semelhante à febre. Essa afirmação destaca uma luta para separar a essência da existência das complexidades da forma física, pedindo um reconhecimento de verdades espirituais mais profundas além da experiência tangível da vida.