O deus do tecelão, ele tece; e por essa tecelagem é ele ensurdecida, que não ouve voz mortal; E por esse zumbido, nós também, que olham para o tear, ficamos ensurdecidos; e somente quando escaparmos, ouviremos as mil vozes que falam através disso. Pois mesmo assim é em todas as fábricas materiais. As palavras faladas que são inaudíveis entre os fusos voadores; Essas mesmas palavras são claramente ouvidas sem as paredes, explodindo nos casos abertos. Assim, foram detectados vilões. Ah, mortal! Então, seja atencioso; Pois assim, em todo esse barulho do tear do Grande Mundo, os teus pensamentos mais sutis podem ser ouvidos a longe.

O deus do tecelão, ele tece; e por essa tecelagem é ele ensurdecida, que não ouve voz mortal; E por esse zumbido, nós também, que olham para o tear, ficamos ensurdecidos; e somente quando escaparmos, ouviremos as mil vozes que falam através disso. Pois mesmo assim é em todas as fábricas materiais. As palavras faladas que são inaudíveis entre os fusos voadores; Essas mesmas palavras são claramente ouvidas sem as paredes, explodindo nos casos abertos. Assim, foram detectados vilões. Ah, mortal! Então, seja atencioso; Pois assim, em todo esse barulho do tear do Grande Mundo, os teus pensamentos mais sutis podem ser ouvidos a longe.


(The weaver-god, he weaves; and by that weaving is he deafened, that he hears no mortal voice; and by that humming, we, too, who look on the loom are deafened; and only when we escape it shall we hear the thousand voices that speak through it. For even so it is in all material factories. The spoken words that are inaudible among the flying spindles; those same words are plainly heard without the walls, bursting from the opened casements. Thereby have villainies been detected. Ah, mortal! then, be heedful; for so, in all this din of the great world's loom, thy subtlest thinkings may be overheard afar.)

📖 Herman Melville

🌍 Americano  |  👨‍💼 Romancista

🎂 August 1, 1819  –  ⚰️ September 28, 1891
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A passagem reflete sobre a metáfora de um deus tecelão envolvido em seu ofício, o que leva a uma sensação de surdez às vozes dos mortais. O ato de tecer simboliza a natureza avassaladora da existência, onde o barulho do tear abafa a infinidade de idéias e expressões que estão além dela. Isso sugere que, no caos da vida, pensamentos e verdades importantes geralmente permanecem inéditos, obscurecidos pelos ritmos implacáveis ​​de nossos esforços diários.

As imagens apresentadas enfatizam que, embora se possa ser consumida pelas tarefas em questão, idéias e perspectivas vitais ainda podem emergir se um der um tempo para trás. Ele alerta os indivíduos a estar atentos, pois seus pensamentos mais íntimos podem ressoar além do ambiente imediato. Em essência, mesmo em meio ao barulho e ocupação da vida, existe um potencial de compreensão e conexão mais profundas com o mundo fora da experiência imediata de alguém.

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outubro 24, 2025

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