Tudo o que você fez foi ficar sentado aí, ele disse. Por que você está tão cansado? Sentei-me com muita atenção, ela disse.
(All you did was sit there, he said. Why are you so tired?I sat very diligently, she said.)
Em "Pegasus", de Robin McKinley, uma conversa se desenrola onde um personagem questiona o esgotamento de outro, apesar de sua aparente inatividade. O primeiro personagem não consegue entender o motivo do cansaço, sugerindo que o simples fato de sentar não deveria causar tal cansaço. Em resposta, o segundo personagem insiste que eles não estavam ociosos; eles estavam engajados e atentos, o que exige energia e foco. Esta troca destaca o esforço mental muitas vezes esquecido que pode acompanhar tarefas aparentemente simples. Lembra aos leitores que ser diligente e totalmente presente pode ser tão exaustivo quanto o trabalho físico, enfatizando a importância de reconhecer as diferentes formas de esforço que as pessoas exercem nas situações cotidianas.
Em "Pegasus", de Robin McKinley, uma conversa se desenrola onde um personagem questiona o esgotamento de outro, apesar de sua aparente inatividade. O primeiro personagem não consegue entender o motivo do cansaço, sugerindo que o simples fato de sentar não deveria causar tal cansaço. Em resposta, o segundo personagem insiste que eles não estavam ociosos; eles estavam engajados e atentos, o que exige energia e foco.
Esta troca destaca o esforço mental muitas vezes esquecido que pode acompanhar tarefas aparentemente simples. Lembra aos leitores que ser diligente e totalmente presente pode ser tão exaustivo quanto o trabalho físico, enfatizando a importância de reconhecer as diferentes formas de esforço que as pessoas exercem nas situações cotidianas.