É uma experiência poderosa, merda. Há algo mágico nisso, até profundo. Acho que Deus fez os humanos cagarem da maneira que fazemos porque isso nos traz de volta à terra e nos dá humildade. Eu não me importo com quem você é, todos nós cagamos da mesma forma. Beyoncé é uma merda. O papa caga. A Rainha da Inglaterra caga. Quando cagamos esquecemos nossos ares e nossas graças, esquecemos o quanto somos famosos ou ricos. Tudo isso vai embora. Você nunca é mais você mesmo do que quando está cagando. Você tem aquele momento em que percebe: 'Este sou eu. Este é quem eu sou.

É uma experiência poderosa, merda. Há algo mágico nisso, até profundo. Acho que Deus fez os humanos cagarem da maneira que fazemos porque isso nos traz de volta à terra e nos dá humildade. Eu não me importo com quem você é, todos nós cagamos da mesma forma. Beyoncé é uma merda. O papa caga. A Rainha da Inglaterra caga. Quando cagamos esquecemos nossos ares e nossas graças, esquecemos o quanto somos famosos ou ricos. Tudo isso vai embora. Você nunca é mais você mesmo do que quando está cagando. Você tem aquele momento em que percebe: 'Este sou eu. Este é quem eu sou.


(It's a powerful experience, shitting. There's something magical about it, profound even. I think God made humans shit in the way we do because it brings us back down to earth and gives us humility. I don't care who you are, we all shit the same. Beyoncé shits. The pope shits. The Queen of England shits. When we shit we forget our airs and our graces, we forget how famous or how rich we are. All of that goes away. You are never more yourself than when you're taking a shit. You have that moment where you realize, 'This is me. This is who I am.')

📖 Trevor Noah

 |  👨‍💼 Comediante

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[Reservar um momento para refletir sobre algo tão universalmente mundano como a defecação revela verdades profundas sobre a igualdade e a humildade humanas. Como sugere Trevor Noah, o ato de excreção elimina status social, riqueza, fama e pretensões. Esta semelhança lembra-nos que, abaixo das camadas da hierarquia social, somos todos fundamentalmente iguais. De certa forma, há uma autenticidade íntima que emerge nesses momentos pessoais; expõe vulnerabilidade e igualdade simultaneamente. O humor e a franqueza de reconhecer a natureza divina ou profunda de uma actividade tão vil servem para suavizar as nossas pretensões e lembrar-nos da nossa experiência humana partilhada. Este reconhecimento pode fomentar a humildade e a compaixão, pois enfatiza que, apesar das nossas diferenças – sejam elas materiais, espirituais ou sociais – certos aspectos da nossa existência física são universais. Ao explorar isto, poderemos encontrar uma apreciação mais profunda da humildade – percebendo que mesmo aqueles que estão no auge do poder e da fama estão sujeitos às mesmas funções humanas básicas. Tais reflexões podem desafiar as nossas narrativas sociais de superioridade e inspirar um respeito mais genuíno por todos, independentemente do seu estatuto. É um lembrete de que a autenticidade e a humildade estão ligadas à aceitação da nossa humanidade partilhada, incluindo as nossas experiências mais mundanas e naturais. E ao fazê-lo, podemos cultivar um maior sentido de empatia, reconhecendo que, por baixo de todas as fachadas sociais, somos todos iguais na nossa vulnerabilidade e humanidade.

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junho 19, 2025

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