Meu pai... me criou para decidir por mim mesmo. A maneira como ele fez isso foi cedendo quando eu pedia, mesmo quando eu era um tolo. Eu vivi isso; e eu conheço minha própria mente; e ele fará o que eu lhe pedir.
(My father... raised me to make up my own mind. The way he did this was by yielding to me when I asked, even when I was foolish. I lived through it; and I know my own mind; and he will do what I ask him.)
Em “The Blue Sword” de Robin McKinley, a protagonista reflete sobre as lições transmitidas pelo pai, enfatizando a importância da autonomia pessoal. Ele a encorajou a pensar por si mesma e a tomar suas próprias decisões, mesmo que isso significasse permitir que ela superasse seus próprios erros. Essa abordagem promoveu sua independência e moldou sua compreensão de seus próprios desejos e crenças.
A natureza submissa do pai proporcionou um espaço seguro para a filha explorar a sua identidade e afirmar a sua vontade. Como resultado, ela se sente confiante em suas solicitações e compreende o valor da autodescoberta. Esta narrativa destaca a dinâmica da orientação parental e o impacto da confiança no crescimento da criança rumo à autossuficiência.