Um novo “visual” para qualquer organização não pode ser uma capa de papel machê, colada com fita adesiva sob o título “embelezamento”. Tem que se basear em um exame minucioso da empresa e das pessoas que nela trabalham. Com isso, o eventual design visual externo torna-se a extensão gráfica da realidade interna de uma empresa.
(A new 'look' for any organization cannot be a papier-mache cover, tacked on with Scotch tape under the heading of 'beautification.' It has to be based on a probing examination of the company and the people who work for it. As a result, the eventual external visual design becomes the graphic extension of the internal realities of a company.)
Esta citação enfatiza a importância da autenticidade e da coerência interna na marca organizacional. As aparências externas devem refletir os valores fundamentais, a cultura e as realidades da organização, em vez de soluções superficiais ou temporárias. A verdadeira transformação envolve compreender profundamente a organização e permitir que essa compreensão inspire todos os aspectos visuais e externos. Lembra-nos que a marca genuína está enraizada na consistência interna, tornando a apresentação externa um verdadeiro espelho da essência interna. Esta perspetiva incentiva as marcas a dar prioridade à integridade e ao insight em detrimento da superficialidade, promovendo a confiança e a ressonância a longo prazo com o seu público.