Mesmo nos nossos dias, a ciência suspeita para além dos mares polares, no próprio círculo do Pólo Árctico, a existência de um mar que nunca congela e de um continente que é sempre verde.
(Even in our day, science suspects beyond the Polar seas, at the very circle of the Arctic Pole, the existence of a sea which never freezes and a continent which is ever green.)
Esta citação ressoa profundamente com o espírito humano de exploração e a busca incansável pelo conhecimento. Destaca como, mesmo com os avanços da ciência moderna, permanecem mistérios no nosso mundo que continuam a cativar a nossa imaginação. A ideia de um oceano que nunca congela e de um continente que permanece perpetuamente verde desafia a nossa compreensão dos limites do mundo natural e do potencial para reinos ocultos que vão além do nosso conhecimento actual. Tais noções evocam um sentimento de admiração – levando-nos a pensar sobre o que existe por baixo das calotas polares e em regiões ainda por explorar totalmente. Historicamente, estas áreas têm sido objecto de mitos, especulação e investigação científica, muitas vezes simbolizando o desejo humano de descobrir segredos e ultrapassar os limites do que é conhecido. Além disso, esta citação encoraja o reconhecimento de que as nossas explorações científicas estão em curso e que ainda há muito a aprender sobre as paisagens e climas ocultos da Terra. Também serve como metáfora para a busca da verdade e da iluminação diante do desconhecido, lembrando-nos que a descoberta é uma jornada contínua. A menção de um continente perpetuamente verde no meio do Ártico gelado sublinha a possibilidade de existirem ecossistemas exuberantes e prósperos mesmo nos ambientes mais improváveis, despertando a curiosidade sobre a resiliência e adaptabilidade do planeta. No geral, inspira optimismo sobre o progresso científico e convida-nos a imaginar um futuro onde os mistérios do nosso planeta sejam plenamente compreendidos e apreciados.