Durante décadas, os acionistas activistas foram um espetáculo secundário divertido, mas largamente ignorado, de Wall Street. Investidores descontentes participavam em reuniões anuais para discursar junto dos executivos, criticar estratégias - e protestar porque as suas queixas estavam a ser ignoradas.
(For decades, activist shareholders were an entertaining, but largely ignored, Wall Street sideshow. Disgruntled investors would attend annual meetings to harangue executives, criticize strategies - and protest that their complaints were being ignored.)
Esta citação destaca como os accionistas activistas têm sido historicamente vistos como mero espectáculo, em vez de agentes sérios de mudança no âmbito da governação corporativa. Os seus protestos e críticas muitas vezes não levaram a medidas imediatas, reflectindo uma tendência das empresas para rejeitarem vozes dissidentes, a menos que sejam apoiadas por um poder significativo ou importância estratégica. Ao longo do tempo, porém, o papel destes accionistas evoluiu, ilustrando a importância crescente do activismo dos accionistas na responsabilização das empresas e na influência das decisões de gestão. A sua persistência sublinha a importância do envolvimento activo das partes interessadas na promoção de práticas empresariais mais transparentes e responsáveis.