Tive que aprender a confiar em meu instinto. Confie no que sei ser certo... não certo, mas não vacile em quem eu sou. Saiba quem eu sou, saiba o que quero e saiba disso. Não vacile e esteja seguro nisso. E ainda luto com isso. Mas eu realmente... não posso ser movido. Você não pode me comover, e tudo isso vem com o amor a mim mesmo, e eu sou como meu melhor amigo.

Tive que aprender a confiar em meu instinto. Confie no que sei ser certo... não certo, mas não vacile em quem eu sou. Saiba quem eu sou, saiba o que quero e saiba disso. Não vacile e esteja seguro nisso. E ainda luto com isso. Mas eu realmente... não posso ser movido. Você não pode me comover, e tudo isso vem com o amor a mim mesmo, e eu sou como meu melhor amigo.


(I had to learn how to trust my gut. Trust what I know to be right... not right, but not waver on who I am. Know who I am, know what I want, and know it. Not waver on it and be secure in that. And I still struggle with it. But I really... I can't be moved. You can't move me, and that all comes with loving myself, and I'm like my best buddy.)

📖 Mary J. Blige

🌍 Americano  |  👨‍💼 Músico

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Esta citação captura lindamente a essência da autoconfiança e da resiliência. O palestrante reconhece a jornada interna de aprender a confiar nos próprios instintos, destacando que nem sempre se trata de estar objetivamente “certo”, mas de permanecer fiel a si mesmo, apesar das pressões externas. Esta firmeza na identidade e no propósito fala muito sobre o poder da autoconsciência e da confiança. É particularmente profundo como o orador admite ainda lutar com este processo, que normaliza o caminho muitas vezes não linear do crescimento pessoal. Essa vulnerabilidade adiciona uma camada de autenticidade, tornando a mensagem ainda mais identificável.

Além disso, a ideia de “amar a mim mesmo e ser meu melhor amigo” transmite um relacionamento profundo e compassivo consigo mesmo. Sugere que a verdadeira força deriva do amor próprio, que atua como uma base inabalável diante dos desafios da vida. A metáfora posiciona o amor próprio não apenas como aceitação, mas como companheirismo ativo, proporcionando apoio e incentivo. Com isso, o palestrante dá um exemplo poderoso de que a segurança emocional e a autoconfiança capacitam os indivíduos a permanecerem firmes contra dúvidas e julgamentos externos.

Num mundo onde muitos lutam contra a identidade e a dúvida, esta citação inspira um compromisso com a verdade interior e a bondade própria. Defende uma aceitação honesta e destemida de quem somos, encorajando-nos a assumir os nossos desejos e convicções sem hesitação. Em última análise, lembra-nos que o maior movimento não vem de forças externas, mas de um amor e respeito inabaláveis ​​que cultivamos dentro de nós mesmos.

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maio 25, 2025

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