Eu sei que alguns tentam lançar o manto do romance sobre o assunto e tratar a mulher como uma existência ideal, não sujeita aos males da vida. Deixe que aqueles que não têm nada melhor com que negociar negociem com fantasia; temos a ver com realidades sóbrias e tristes, com fatos teimosos.

Eu sei que alguns tentam lançar o manto do romance sobre o assunto e tratar a mulher como uma existência ideal, não sujeita aos males da vida. Deixe que aqueles que não têm nada melhor com que negociar negociem com fantasia; temos a ver com realidades sóbrias e tristes, com fatos teimosos.


(I know that some endeavor to throw the mantle of romance over the subject and treat woman like some ideal existence, not liable to the ills of life. Let those deal in fancy who have nothing better to deal in; we have to do with sober, sad realities, with stubborn facts.)

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Esta citação de Ernestine Rose desafia as noções romantizadas frequentemente associadas às mulheres, enfatizando a importância de enfrentar a realidade em vez de se entregar a fantasias idealizadas. Convida-nos a considerar a tendência da sociedade para elevar as mulheres a um estatuto quase mítico, retratando-as como personificações da pureza, da perfeição ou da graça eterna, desligadas das dificuldades e lutas comuns à experiência humana. Embora essa romantização possa ser inspiradora ou reconfortante, corre o risco de criar expectativas irrealistas e ignorar os desafios reais que as mulheres enfrentam – desde as desigualdades sociais até às lutas pessoais. Rose defende o reconhecimento desses “fatos teimosos”, confrontando as realidades preocupantes sem adoçar ou negar. Esta perspectiva incentiva conversas honestas sobre género e papéis sociais, enfatizando a necessidade de abordar as questões abertamente, em vez de mascará-las com ilusões de perfeição. A sua relevância intemporal transparece nos diálogos contínuos sobre a justiça de género, a igualdade e a importância de aceitar a vulnerabilidade humana. Reconhecer as experiências genuínas das mulheres requer humildade e vontade de enfrentar o desconforto, promovendo uma compreensão mais autêntica e compassiva da dinâmica de género. Abraçar a realidade, como sugere Rose, leva a um progresso mais significativo e a uma apreciação genuína da resiliência e da força inerentes a todos, independentemente do género.

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julho 22, 2025

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