É um. . . ato transcendental. Fazendo a vida. . . . 'Por este ato, trago uma morte ao mundo.' Um nascimento, uma morte e toda a dor e atos de vontade entre eles. . . . Nossos filhos nos mudam. . . vivam ou não.

É um. . . ato transcendental. Fazendo a vida. . . . 'Por este ato, trago uma morte ao mundo.' Um nascimento, uma morte e toda a dor e atos de vontade entre eles. . . . Nossos filhos nos mudam. . . vivam ou não.


(It's a . . . transcendental act. Making life. . . . 'By this act, I bring one death into the world.' One birth, one death, and all the pain and acts of will between. . . . Our children change us . . . whether they live or not.)

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Esta citação capta profundamente a dualidade de criação e perda inerente ao ato de trazer vida ao mundo. O palestrante descreve a criação da vida como um ato transcendental, elevando-a além da mera função biológica para algo espiritualmente significativo. A frase “por este ato, trago uma morte ao mundo” sublinha poderosamente a realidade de que cada nascimento significa simultaneamente o fim de um estado anterior – talvez até de uma vida ou potencialidade anterior – e marca o início de uma nova jornada. Esta natureza cíclica de morte e renascimento é uma verdade fundamental sobre a existência, lembrando-nos que cada ato de criação é também um ato de transformação e sacrifício.

A menção de “toda a dor e atos de vontade” entre estes dois eventos destaca a luta, o esforço e a intenção consciente envolvidos na formação da vida, enfatizando que a vida não é apenas um processo natural, mas um ato profundo que requer intenção, esperança e resiliência. A reflexão de que “os nossos filhos nos mudam” fala do poder transformador da paternidade; as crianças têm a capacidade de alterar as nossas perspectivas, prioridades e todo o nosso eu, independentemente da sua existência física. Quer vivam ou não, o seu impacto persiste dentro de nós, influenciando as nossas identidades, valores e a forma como percebemos a própria vida.

Num sentido mais amplo, a citação aborda a fragilidade e a preciosidade da vida, lembrando-nos da responsabilidade que carregamos quando criamos ou influenciamos a trajetória da vida. Promove a contemplação sobre a interligação entre criação, perda e mudança, instando-nos a reconhecer o peso destes atos e as marcas indeléveis que deixam nas nossas almas. Tais reflexões aprofundam o nosso apreço pelo delicado equilíbrio inerente à experiência humana e pela influência duradoura daqueles que trazemos ao mundo.

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agosto 09, 2025

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