Apenas uma extremidade mais doce pode ser facilmente lembrada-a deliciosa morte de um caçador de mel de Ohio, que buscando mel na virilha de uma árvore oca, encontrou uma loja tão excedente, que se inclinou muito, ela o sugou, de modo que ele morreu embalsamado. Quantos, penso que você também caíram na cabeça de mel de Platão e pereceram docemente lá?
(Only one sweeter end can readily be recalled-the delicious death of an Ohio honey-hunter, who seeking honey in the crotch of a hollow tree, found such exceeding store of it, that leaning too far over, it sucked him in, so that he died embalmed. How many, think ye, have likewise fallen into Plato's honey head, and sweetly perished there?)
Em Moby-Dick, Herman Melville compartilha um conto extravagante, porém sombrio, sobre um caçador de mel de Ohio que conheceu sua morte enquanto se entrega ao mel. Desenhado para a doçura atraente dentro de uma árvore oca, ele se inclinou muito longe e foi engolido pelo mel, morrendo em um estado de preservação. Esta história destaca o fascínio perigoso da indulgência e os comprimentos aos quais se pode fazer em busca de prazer.
Melville então coloca uma questão retórica, convidando os leitores a refletir sobre quantos outros sucumbiram a tentações semelhantes, atraindo um paralelo entre o destino do caçador de mel e os riscos inerentes ao desejo. A imagem sugere que, assim como o caçador ficou impressionado com a doçura, muitos podem ser atraídos para profundidades filosóficas, assim como as idéias de Platão, levando à sua queda em uma busca de uma compreensão mais profunda.