A Declaração de Independência, a Constituição dos Estados Unidos, as constituições dos vários estados e as leis orgânicas dos territórios propõem-se igualmente proteger o povo no exercício dos direitos que lhe foram conferidos por Deus. Nenhum deles pretende conceder direitos.

A Declaração de Independência, a Constituição dos Estados Unidos, as constituições dos vários estados e as leis orgânicas dos territórios propõem-se igualmente proteger o povo no exercício dos direitos que lhe foram conferidos por Deus. Nenhum deles pretende conceder direitos.


(The Declaration of Independence, the United States Constitution, the constitutions of the several states, and the organic laws of the territories all alike propose to protect the people in the exercise of their God-given rights. Not one of them pretends to bestow rights.)

📖 Susan B. Anthony

🌍 Americano

🎂 February 15, 1820  –  ⚰️ March 13, 1906
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Esta citação sublinha um princípio fundamental sobre a natureza dos direitos e o papel dos quadros jurídicos numa sociedade. Enfatiza que as leis, os tratados e as constituições não são fontes de direitos, mas sim protetores e afirmadores de direitos pré-existentes que são considerados inerentes e de natureza divina. Ao longo da história, muitos sistemas jurídicos foram paradoxalmente vistos como concedendo direitos, o que pode implicar que os direitos são privilégios concedidos pelas autoridades. No entanto, esta citação corrige esse equívoco, lembrando-nos que os direitos são inatos à existência humana e que o papel da governação é proteger esses direitos de violações. A distinção é crucial porque coloca o indivíduo no centro das considerações de direitos, reforçando a importância da liberdade e soberania pessoais. As leis são então ferramentas para garantir a liberdade, a justiça e a igualdade para que os indivíduos exerçam os seus direitos naturais sem interferência indevida. Esta perspectiva é especialmente relevante nas discussões sobre a autoridade governamental, os movimentos pelos direitos civis e os debates em curso sobre o âmbito e os limites do poder legal. Reconhecer que os direitos são intrínsecos ajuda a promover uma sociedade onde os indivíduos são empoderados e os governos são vistos como administradores e não como concededores da liberdade humana. Também destaca a importância da vigilância na salvaguarda destes direitos contra invasões, seja por parte dos ramos legislativo, executivo ou judicial do governo ou de outras fontes de poder. Em última análise, esta visão defende a ideia da dignidade humana e da inviolabilidade dos direitos naturais como fundamentais para uma sociedade justa.

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dezembro 25, 2025

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