As ovelhas, eu acho que enlouquecidas de amor, não se opuseram a isso. Casimir de alguma forma encontrou tempo para arrancar um pouco de grama para ele, e ele se deitou e mastigou a grama e depois ruminou como se sair com cachorros {...} fosse algo que ele sempre fazia. Talvez pensasse que as outras ovelhas eram chatas e que finalmente havia encontrado seu lar espiritual.
(The sheep, I guess demented with love, didn't object to this at all. Casimir somehow found time to pull up some grass for it, and it lay down and munched its grass and then chewed its cud like hanging out with dogs {...} was something it always did. Maybe it thought other sheep were boring and that it had finally found its spiritual home.)
Na passagem, a ovelha parece dominada por um forte afeto, que a torna indiferente ao ambiente. Casimir mostra bondade fornecendo grama para as ovelhas, e ele se envolve alegremente em uma atividade de lazer, ruminando, pois gosta da companhia de cães em vez de outras ovelhas. Isto sugere um vínculo lúdico e único entre a ovelha e seus companheiros.
As ovelhas podem ter sentido um sentimento de pertencimento aos cães, considerando-os mais interessantes do que suas companheiras ovelhas. Isso ilustra o tema da conexão e da descoberta do próprio lugar, destacando que, às vezes, o companheirismo pode transcender as espécies e as normas convencionais.