Não acho que precisamos concordar com ninguém para amar a pessoa. A ordem para os cristãos amarem a outra pessoa, serem benevolentes e beneficentes para com ela, é independente daquilo que o outro acredita.
(I don't think we need to agree with anyone in order to love the person. The command for Christians to love the other person, to be benevolent and beneficent toward them, is independent of what the other believes.)
Esta citação enfatiza a natureza incondicional do amor, especialmente dentro da estrutura cristã. Destaca que o amor não deve depender de crenças ou acordos partilhados, promovendo uma compaixão universal que transcende as fronteiras ideológicas. Tal abordagem promove a compreensão e a inclusão, encorajando os indivíduos a praticar a benevolência, independentemente das diferenças. Esta perspectiva desafia as noções de que o amor genuíno requer conformidade, sublinhando em vez disso a sua importância como uma virtude moral que supera divisões e constrói empatia em diversas comunidades.