A música é uma frequência, e minha frequência, quando a divulgo, está nas vibrações do amor. Nem sempre é sentimental. Tipo, 'Bulletproof' é uma canção de amor. É uma canção de amor negra. Eu fiz isso para o meu povo. Fiz isso para o mundo, mas fiz isso para o meu povo em particular.
(Music is a frequency, and my frequency, when I put it out there, is on the love vibes. It's not always sappy. Like, 'Bulletproof' is a love song. It's a black love song. I made it for my people. I made it for the world, but I made it for my people in particular.)
A perspectiva de Raheem DeVaughn sobre a música revela uma profunda compreensão do seu poder de transmitir emoção e identidade. Ao descrever a música como uma “frequência”, ele destaca a sua natureza intangível, mas impactante, semelhante às vibrações que ondulam pelo espaço e ressoam nos ouvintes. A sua ênfase nas vibrações do amor sublinha como a música pode ser um meio para mensagens positivas, curativas e fortalecedoras, especialmente em comunidades que frequentemente enfrentam desafios sistémicos. A menção de canções como “Bulletproof” como canções de amor negras demonstra um reconhecimento intencional da identidade cultural e do orgulho, criando um espaço onde o amor é celebrado no contexto das experiências negras. A abordagem de DeVaughn à música como expressão pessoal e colectiva significa como a arte serve como uma ponte que liga os indivíduos à sua cultura, história e comunidade, ao mesmo tempo que convida o mundo em geral a participar nessa ligação. A ideia de que a sua música é criada não apenas para o seu público, mas para o seu povo em particular, enfatiza a autenticidade e um sentido de responsabilidade para com as próprias raízes. Lembra-nos que a música é mais do que entretenimento; é um ato de afirmação cultural e de diplomacia emocional. Ao escolher cuidadosamente as suas palavras, DeVaughn convida os ouvintes a sentir a intenção por trás do seu trabalho e a reconhecer o poder unificador do amor incorporado na arte. Em última análise, esta citação resume a capacidade da música de elevar os espíritos, reforçar a identidade e promover um sentimento de pertença – servindo como um lembrete de que o amor, quando expresso através da arte, pode ser uma força revolucionária.