Você sabe, Quincy Jones foi um grande mentor, mas ele era um homem em um mundo de homens. Felizmente ele é um homem muito sensível e um ser humano lindo, e mesmo sendo 14 ou 15 anos mais velho que eu, ele é um ser humano capaz e tem ótimas habilidades de comunicação.
(You know, Quincy Jones was a great mentor, but he was a man in a man's world. Fortunately he's a very sensitive man and a beautiful human being, and even though he was 14 or 15 years older than me, he's a capable human being and has great communication skills.)
Esta citação de Lesley Gore oferece um tributo em camadas a Quincy Jones, destacando tanto os desafios que ele enfrentou quanto as qualidades que o tornaram um mentor eficaz. Reconhece que Quincy operava numa indústria tradicionalmente dominada pelos homens, o que implica a presença de pressões sociais e profissionais muitas vezes ligadas à dinâmica de género. A frase "um homem no mundo de um homem" capta sucintamente essas pressões, sem diminuir o lado mais suave e empático de Quincy que Gore aprecia - um "homem muito sensível e um belo ser humano".
A ênfase na sua sensibilidade é particularmente comovente porque contraria estereótipos comuns sobre a masculinidade, especialmente em campos competitivos como a produção musical e o entretenimento. A observação de Gore de que ele era mais de uma década mais velho também sinaliza uma redução das lacunas geracionais através da comunicação e da capacidade. Este detalhe destaca não apenas a longevidade de sua experiência, mas também o respeito e a conexão pessoal que mantiveram apesar da diferença de idade.
No geral, a citação sublinha a importância da orientação e da comunicação em qualquer área. Coloca as qualidades humanas na vanguarda do sucesso profissional, mostrando que a bondade e a inteligência emocional podem coexistir com – e até mesmo melhorar – conjuntos de competências profissionais. Este equilíbrio é inspirador e instrutivo para quem valoriza a liderança que não se trata apenas de autoridade, mas também de compreensão e colaboração.