Existem histórias sobre “bons” vampiros, assim como há histórias sobre a senhora repugnante que, depois de uma refeição saudável de cavalo cru e cão de caça e talvez de um estranho caçador ou arqueiro, seguida por uma noite emocionante nos braços de seu cavaleiro escolhido, se transforma na senhora mais gentil e bonita que o mundo já viu.
(There are stories about "good" vampires like there are stories about the loathly lady who, after a hearty meal of raw horse and hunting hound and maybe the odd huntsman or archer, followed by an exciting night in the arms of her chosen knight turns into the kindest and most beautiful lady the world has ever seen..)
Na literatura, existem narrativas que retratam os vampiros não apenas como criaturas temíveis, mas também como personagens complexos, capazes de fazer o bem. Essas histórias muitas vezes refletem o folclore tradicional, onde os personagens passam por profundas transformações, muito parecidas com a senhora repugnante que, depois de se entregar a prazeres sombrios, revela seu verdadeiro e belo eu. Esta justaposição ilustra a noção de que as aparências podem enganar e que a redenção é possível, sugerindo que mesmo seres frequentemente vistos com desdém podem possuir uma nobreza oculta.
Esta ideia desafia a representação convencional dos vampiros, levando a uma exploração mais rica das suas identidades. Como no caso da senhora repugnante, que se torna o epítome da bondade e da beleza depois de experimentar os lados mais sombrios da vida, os vampiros também podem ser reimaginados. A citação de McKinley destaca o potencial de transformação e a complexidade do personagem, enfatizando que cada entidade tem capacidade tanto para a escuridão quanto para a luz, refletindo a natureza intricada da narrativa.