Nós nos orgulhamos do Paquistão. Dizemos que o Paquistão é isto e aquilo. Mas quando você sai do país e a forma como somos controlados, não posso te dizer. Sinto-me tão humilhada pela forma como sou revistada.

Nós nos orgulhamos do Paquistão. Dizemos que o Paquistão é isto e aquilo. Mas quando você sai do país e a forma como somos controlados, não posso te dizer. Sinto-me tão humilhada pela forma como sou revistada.


(We boast about Pakistan. We say Pakistan is this and that. But when you go out of the country and the way we are checked, I can't tell you. I feel so humiliated the way I am frisked.)

📖 Saba Qamar


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Esta citação lança luz sobre as emoções complexas e a percepção pública em torno do orgulho nacional e da dignidade pessoal. Destaca um paradoxo recorrente em que os indivíduos defendem orgulhosamente as conquistas, a cultura e a identidade do seu país, mas a níveis micro — especialmente em contextos internacionais — encontram situações que os fazem sentir-se humilhados e desrespeitados. O orador sublinha o desconforto sentido durante os controlos de segurança no estrangeiro, que muitas vezes envolvem revistas e interrogatórios minuciosos, por vezes considerados intrusivos ou degradantes. Tais experiências revelam o forte contraste entre o orgulho associado à identidade nacional e a dignidade pessoal que está em jogo nas interacções quotidianas e nos procedimentos de segurança. Esta discrepância pode evocar sentimentos de vergonha, frustração e desamparo entre os cidadãos que, apesar dos seus sentimentos patrióticos, enfrentam um escrutínio injustificado que diminui o seu sentido de respeito próprio. De forma mais ampla, levanta questões sobre o equilíbrio entre garantir a segurança e respeitar os direitos individuais. Também apela à introspecção a nível social e governamental sobre a forma como as minorias ou os cidadãos de uma determinada nacionalidade são tratados nas fronteiras e nos aeroportos em todo o mundo. Embora a protecção das fronteiras seja crucial, a manutenção da dignidade humana também deve ser uma prioridade. Esta reflexão sublinha a importância da compaixão e da justiça nos protocolos de segurança, lembrando-nos que o orgulho nacional não deve ocorrer à custa da dignidade individual. Em última análise, destaca um conflito universal que muitos enfrentam: o orgulho do seu país em contraste com o desconforto pessoal causado pelos procedimentos institucionais, suscitando discussões contínuas sobre igualdade, respeito e direitos humanos além-fronteiras.

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dezembro 25, 2025

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