Quando chegamos ao espaço pela primeira vez, nos sentimos mal. Seu corpo está realmente confuso. Você está tonto. Seu almoço está flutuando em sua barriga porque você está flutuando. O que você vê não corresponde ao que você sente e você tem vontade de vomitar.

Quando chegamos ao espaço pela primeira vez, nos sentimos mal. Seu corpo está realmente confuso. Você está tonto. Seu almoço está flutuando em sua barriga porque você está flutuando. O que você vê não corresponde ao que você sente e você tem vontade de vomitar.


(When we first get to space, we feel sick. Your body is really confused. You're dizzy. Your lunch is floating around in your belly because you're floating. What you see doesn't match what you feel, and you want to throw up.)

📖 Chris Hadfield

🌍 Canadense

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A citação capta vividamente a experiência visceral de chegar ao espaço e a profunda dissonância entre as nossas percepções habituais e o novo ambiente. Revela o impacto físico que a microgravidade impõe ao corpo humano, ilustrando como as nossas funções corporais estão perfeitamente sintonizadas com a gravidade da Terra. Quando a gravidade é perdida, os sinais enviados pelo sistema vestibular e pelos órgãos internos entram em conflito com os sinais visuais, causando desorientação e náusea. Este fenómeno, conhecido como síndrome de adaptação ao espaço, sublinha o quão frágil e intrincado é o nosso equilíbrio de informação sensorial. Além do desconforto físico, a citação também sugere os ajustes psicológicos que os astronautas devem fazer ao enfrentarem uma realidade que desafia a intuição cotidiana. Este ajustamento exige resiliência e adaptabilidade, qualidades que as missões espaciais testam continuamente. Além disso, ilustra a experiência humana mais ampla de entrar no desconhecido – inicialmente perturbador, mas, em última análise, um catalisador para o crescimento, a descoberta e a inovação. O reconhecimento destes desafios promove uma apreciação mais profunda da exploração espacial, levando a melhorias na preparação, na tecnologia das naves espaciais e nos sistemas de apoio para facilitar a adaptação humana. À medida que avançamos no cosmos, a compreensão destas respostas humanas fundamentais torna-se crucial. Lembra-nos que, por trás das maravilhas tecnológicas das viagens espaciais, são o corpo e a mente humanos que devem evoluir e adaptar-se para desbloquear possibilidades infinitas entre as estrelas.

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dezembro 25, 2025

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